01 fevereiro 2012

ALGUNS TESTEMUNHOS DA BÍBLIA NA ARQUEOLOGIA


Se você é um leitor da Palavra de Deus, talvez já tenha se perguntado algum dia por que está cheia de tantos detalhes que parecem ser supérfluos diante de sua mensagem central.

O capítulo 33 do livro de Números, por exemplo, contém uma lista de 42 lugares diferentes que se usaram no Êxodo. Não somente ali, mas por toda a Palavra de Deus há várias dezenas de cidades, reis, localidades e indivíduos. Os leitores muitas vezes se atrapalham com tanta genealogia, nomes de pessoas e história e imaginam por que não se pode tirar fora tudo isso e ir direto à mensagem.

Num tribunal, os advogados frequentemente fazem muitas perguntas que parecem nada ter a ver diretamente com o caso em questão. Eles estão tentando averiguar, por meios que se corroboram uns aos outros, se a testemunha está dizendo a verdade ou se está mentindo. De acordo com um historiador, é impossível estabelecer-se uma mentira no meio de uma história bem conhecida.

Portanto, Deus encheu as Escrituras de detalhes que nos parece supérfluos com o intuito de deixar sinais para os que, porventura, milênios depois de sua escrita, viessem à questioná-la como histórica que é. Mais de 25.000 sítios arqueológicos relacionados com as Escrituras foram descobertos. Foram também descobertos registros de mais de 10.000 eventos e indivíduos. Veja alguns exemplos dos achados arqueológicos que evidenciam a veracidade das Escrituras:

Adão
Na Babilônia e Egito, foram encontrados tabletes de argilas datados de 4 mil anos atrás contendo referências ao primeiro ancestral da humanidade, sendo, em cada relato, escrito com uma variação do nome de Adão: Adamu, Adime, Adapa, Alorus, Alumim, Atam, Adumuzi etc.
Quatro tabletes revelaram ainda uma tradicional história de um certo Adapa, citado em 04 fragmentos, um deles escrito há aproximadamente 3.400 anos atrás. A problemática da história gira em torno da vida eterna, pois Adapa, ao ser criado pelo deus Ea, recebera a sabedoria, porém não a imortalidade. Ele morava na cidade sagrada de Eridu, que tem a mesma origem etimológica de Edem, em conjunto com o sumeriano Edin ou Edenur, que também querem dizer Paraíso ou Planura. Ele vivia perto dos anunaques, palavra que lembra os anaquins, ou gigantes, da Bíblia. Em seu julgamento perante os deuses, resiste à tentação de se alimentar do pão e da água da vida sendo aprovado por isso. A única coisa que ele aceitou foi o segundo manto dos deuses, para substituir o primeiro manto da lamentação, o que liga ao fato de Adam ter recebido de Deus, após o pecado, a vestimenta de peles, no lugar do vestido feito de figueira. O fato do homem aqui ser mortal concorda com o fato, porém era justamente a árvore da vida que traria ao homem a vida eterna, o que aqui contraria, quando ele nega comer do pão e da água da vida...
No épico babilônico Gilgamesh, o herói sumeriano tem um amigo chamado Enkidu que é seduzido por uma cortesã da deusa Ishtar e passa a ter o conhecimento pleno, como o conhecimento do bem e do mal da Bíblia. Na história, Ishtar lhe declara: “Você agora é um conhecedor, Enkidu. Você será igual a Deus”, e lhe dá vestiduras específicas.
No norte de Calcutá, na Índia, viviam dois milhões e meio de pessoas conhecidas como povo Santal. Sua antiqüíssima tradição conta que um deus chamado Tacurgil criou o primeiro homem a partir do barro, chamou-o de Haran (que lembra Adam, ou Adão), deu-lhe uma mulher, colocou-os num lugar paradisíaco, porém um ser sagaz lhes preparou um líquido, ofereceu ao casal que, desacatando a ordem divina, beberam. Os dois dormiram e, ao acordar, perceberam que estavam nus.
Distante da Índia, no povo Karen da Birmânia, há uma remota tradição preservada por antigos hinos que foram traduzidos de um primitivo dialeto no final do século XVIII. Uma das estrofes diz que um deus chamado Euá formou o mundo a partir da água, a terra produziu o fruto da tentação, cuja ordem era não comer dele, mas um espírito rebelde enganou duas pessoas que comeram o fruto da morte e o mundo todo foi punido por causa dessa atitude.
            O que acabei de citar são apenas alguns dos vários relatos encontrados pelo mundo. Esses achados arqueológicos que alguns usam hoje para dizer que a Bíblia é simplesmente mais uma versão dos mitos antigos, pelo contrário, apareceram para calar os que diziam que as Escrituras são uma invenção de Moisés, ou da Igreja Católica. Essas descobertas esclarecem que os relatos dos acontecimentos antigos têm fundamento, mas foram espalhados pelos povos de maneira distorcida.


Dilúvio
Nos povos de todas as raças existem diferentes tradições de uma inundação imensa e catastrófica. Os  gregos contavam a lenda do dilúvio de Deucalião; já muito antes de Colombo havia entre os primitivos habitantes do continente americano, numerosas histórias a respeito de uma grande inundação, que vem sendo transmitidas de geração a geração até nossos dias.
É bem provável que todas elas reflitam a mesma catástrofe universal.
No princípio do século, das trevas do Oriente Médio viera à luz uma antiqüíssima e misteriosa narrativa. Encontrada na Babilônia as Tabuinhas da Criação e do Dilúvio. Era uma Epopéia, de trezentas estrofes, gravada em doze maciças tabuinhas de barro, contendo as aventuras do lendário rei Gilgamés. Gilgamés falava,  como a Bíblia, sobre um homem que viveu antes e depois de uma gigantesca catástrofe das águas.
No decorrer de escavações realizadas em volta do qüinquagésimo ano do século passado por exploradores ingleses, haviam sido encontradas estas tabuinhas de barro (12) juntamente com cerca de outros 20.000 textos em barro, tudo perfeitamente ordenado, nas ruínas  da Biblioteca de Nínive, considerada a mais famosa da antiguidade. Foi construída pelo rei Assurbanipal no Século VII a.C., na antiga Nínive,  numa posição elevada ao lado do Tigre. Hoje, erguem-se do outro lado dos rios e as altas torres de petróleo de Mossul. Este tesouro hoje está no Museu Britânico.
A descoberta da Epopéia de Gilgâmes despertou interesse mundial. No princípio as semelhanças entre as duas narrativas, cristã e pagã, empolgaram o mundo cristão, porém, depois de um estudo mais cuidadoso e demorado, via-se que as divergências eram mais significativas do que as semelhanças. Segue um confronto dos principais elementos do dilúvio.
A importância das narrativas do Dilúvio: São as tradições remanescentes dos povos orientais (Oriente próximo) a respeito do Dilúvio; Indicam um fundo cultural comum e um parentesco primitivo entre os hebreus e os povos da Mesopotâmia; As semelhanças apontam uma fonte comum da história do dilúvio, conservada pelas diversas raças antigas com suas várias versões oriundas da mudança na religião ou da conveniência política e religiosa.
As últimas notícias  fizeram entrar em campo o historiador e missionário americano Dr. Aaron Smith, perito em dilúvio. Após longos anos de trabalho, conseguiu compilar uma história literária sobre o assunto da arca de Noé. Existem 80.000 obras, em 72 línguas, sobre o Dilúvio, 70.000 das quais mencionam o lendário casco de Ararat.

O Nome de Abrão
Embora ainda não se tenha encontrado em achados arqueológicos informações sobre a pessoa de Abrão, mas esse nome foi encontrado na Babilônia no período em que ele viveu como um nome pessoal, segundo Burrows.

A Viagem de Abrão
Dados arqueológicos comprovam a mobilização de pessoas do vale Balikh para fora da Mesopotâmia, como ocorrera com a família de Abraão.

Camelos Domesticados
Acreditava-se que camelos domesticados não existiam na época de Abraão, como mencionado em Gênesis 12:16, mas os arqueólogos descobriram pinturas de camelos domesticados nas paredes do templo de Hatshepsut, perto da cidade de Tebas, no Egito, cuja data é anterior a esse período.

Canaã
Antes da descoberta de Tell Mardikh, as primeiras referências extra-bíblicas a Canaã conhecidas foi o de Alalakh, muito mais tarde, em muitos séculos, à idade dos patriarcas. No entanto, em um tablet de Ebla, uma estátua está relacionada com o "Senhor de Canaã" ('ser Ka-na-na-im). Esta menção, encontrada na Mardikh II não deixa dúvidas de que este nome era conhecido e utilizado na época dos patriarcas.

Sodoma, Gomorra, Admá, Zeboim e Bela (Zoar)
Em 1968, encontraram em Tell Mardikh uma estátua do rei Ibbit-Lim e a inscrição fazia referência a Istar, a deusa que “resplandece em Ebla”. No auge do seu poder, em 2.300 a.C., Ebla tinha uma população de 260.000 pessoas. Foi destruída em 2.250 a.C. por Naram-Sin, neto de Sargão o Grande. 
Desde 1974, têm sido escavados e encontrados 17.000 tabletes do período do reino de Ebla. Além de isso confirmar que havia escrita no tempo de Moisés, esse povo também tinha procedimentos judiciais e legislação sacerdotais, o que Moisés também trouxe de Deus e esses tabletes se referem às cinco cidades de Gênesis 14:2 exatamente na mesma ordem da Bíblia, antes da catástrofe que as destruiu: "si-da-mu" (Sodoma), "E-ma-ra" (Gomorra), "ADMA "(Admah), "si-ba-i-um" (Zeboyim) e "bay-la"(Bela).
David Noel Freedman diz em seu artigo "A verdadeira história dos Tablets de Ebla" (vol. 41, dic. 1978, 150 pp., 151), o nome alternativo de Bela, Zoar, também aparece em outro tablete de Ebla. Neste tablete, Zoar é uma cidade no distrito de Bela, que foi um complexo urbano maior.

Sodoma e Gomorra
As cidades da planície podem estar submersas sob as águas rasas do extremo sul do mar Morto (ele teve grandes variações de profundidade – 11,27 metros em poucas décadas). Um outro local, chamado Bab edh-Dhra, parece ter sido possível localização de Sodoma e Gomorra. Ele se encontra adjacente a um grande cemitério e mostra ter havido ali um simultâneo enterro em massa. Uma espessa camada de cinzas também cobre essas ruínas. Flávio Josefo registra que “traços” de todas as cinco cidades da planície eram visíveis naquela época.

Portas Trancadas de Sodoma
Foi discutido anteriormente que o relato da existência das portas sólidas e trancadas na casa de Ló (Gênesis 19:9,10) era ilógico porque naquela época as cidades estavam em estado de decadência. No entanto, os arqueólogos descobriram a cidade bíblica de Quiriate-Sefer na mesma área, com provas da existência de muros e portas sólidas. As construções datam de 2.200 a 1.600 a.C., a época de Ló.

Os Horeus
Os horeus, citados na genealogia de Esaú em Gênesis 36:20, através das descobertas,  foi identificado como um grupo de guerreiros que viviam no Oriente Próximo, à época patriarcal.

Os Hititas
As “críticas elevadas” do final do século XIX acreditavam que a cultura hitita da época de Abraão não teria possibilidade de ter existido, da maneira como está registrada em Gênesis 10:15; 15:20; 23:3,7-20; 25:10; 26:32; 29:9; 49:32; Êxodo 23:28. No início do século XX arqueólogos descobriram os impressionantes hieróglifos hititas na cidade de Boghatz – Keni, no Oriente Médio. Mais tarde foi cavada uma cidade hitita inteira. Agora, a arqueologia descobriu tantos objetos dos primitivos hititas que encheram todo um museu em Israel. Muitas descobertas fornecem provas de ter existido um grande império hitita na Síria, com áreas tribais que se estendiam ao sul, dentro de Canaã. Tão grande é a quantidade de evidências que em algumas universidades pode-se obter um título de PhD somente com estudos sobre eles.

Matança de Israelitas
Os críticos da Bíblia dizem não haver nenhum vestígio do cativeiro egípcio. Não é verdade. Um achado especial marcou a história da arqueologia bíblica e pode até posicionar Moisés e Êxodo na linha do tempo. Em 1896, nas proximidades de Tebas, no Egito, foi encontrada a Estela (uma placa de pedra) do faraó Merneptah, datada ano 1220 a.C. A peça traz uma lista das vitórias de Merneptah sobre povos inimigos. Israel é um desses povos. É a mais antiga referência não-bíblica a Israel já encontrada. Entre outras citações, o texto diz: "A Líbia está devastada, Israel está aniquilado e suas sementes não mais germinarão." Os sinais utilizados na inscrição sugerem Israel como pessoa ou povo, e não como lugar, como defendem alguns estudiosos.

Tijolos Egípcios feitos por Estrangeiros
Uma ilustração gravada nas rochas de uma caverna no sul do Egito, o túmulo de Rekhmire, vizir do faraó Tutmés III, por volta de 1450 a.C., mostra soldados de pele escura supervisionando o trabalho de homens de pele mais clara, vestidos de tangas de linho, que fabricavam tijolos. A obra foi feita por ordem de um vizir – espécie de ministro – do faraó Thutmoses, que, acreditam alguns estudiosos, teria sido o soberano do Egito à época de Moisés. "É evidente a relação que a figura faz dos egípcios, de pele mais escura, com os hebreus, mais claros", observa Oséias Moura, doutor em Antigo Testamento pela PUC do Rio de janeiro.
No alto, à esquerda, vemos dois homens tirando água de um tanque para fazer o barro. Ao lado deles, dois outros trabalham a argila. Escravos prensam o barro em moldes de madeira para fazer os tijolos, os quais são expostos ao sol para secar. Observe-se que o escravo ajoelhado no meio do quadro superior tem pele mais clara que os demais; isto indica que ele era de origem semítica, talvez hebreu. O quadro inferior mostra como os tijolos eram assentados com argamassa.

Nomes Judaicos no Egito
Outra descoberta que remete ao suposto cativeiro egípcio é o túmulo de Amose, comandante do exército de faraó. Nas paredes da tumba, numa vila nos arredores de luxor, os arqueólogos encontraram inscrições que falam da família e das conquistas do general egípcio. Depois de relatar suas vitórias sobre exércitos inimigos, Amose inseriu uma lista de alguns dos seus escravos. A maior parte deles tinha nomes tipicamente hebreus, como Mara, Miriam e Putiel.

Pragas do Egito
Até algumas das pragas que Deus teria derramado sobre o Egito, para forçar faraó a libertar os hebreus, já foram trazidas à luz pela arqueologia. O papiro de Ipuwer, sacerdote egípcio, é um registro pessoal de suas preces ao deus Hórus. No texto escrito em demótico – o egípcio cursivo – e datado de cerca 1350 a.C., Ipuwer reclama: "O rio transformou-se em sangue, nossos animais estão morrendo. As plantações não produzem. A escuridão cobriu a terra." Essas pragas são umas das dez que, segundo o livro do Êxodo, Deus lançou sobre o Egito. O achado mudou o posicionamento de muitos estudiosos que se referiam às pragas como pura ficção. "Eles passaram a acreditar que as pragas fizeram parte de uma grande catástrofe ambiental, que teria devastado a região do Rio Nilo naquela época", diz Rodrigo Silva.

As Ordenanças Divinas por Moisés
Alguns insistiram que as leis da Torá não poderiam ter sido escritas antes de 1.450 a.C., pois, segundo acreditavam, nenhuma cultura estaria tão avançada. No entanto, em 1902 os arqueólogos descobriram na Babilônia um artefato com leis semelhantes – o código de Hamurabi, cuja data é anterior à época de Moisés.
Com as escavações em Nizi e Mari, foram encontrados legislações nos povos hitita, assírio, sumério e de Eshunna, mostrando que as leis divinas não eram tão novas. 

Pia de Bronze
Provas arqueológicas específicas de espelhos de bronze existentes no Período Imperial da história egípcia, entre 1500-1400 a.C., comprova a pia de bronze com espelho na construção do tabernáculo, por Moisés.

As Codornizes
Para explicar Nm 11:31 com mais clareza, a arqueologia encontrou antigos escritos no Sinai registrando a captura de codornizes nos ninhos quando elas voam 91 centímetros acima do chão. Na verdade, essa prática ainda é usada atualmente nessa mesma região.

As Conquistas de Josué
Vários reis de cidades palestinas e sírias escreveram um conjunto de cartas, as Tábuas Amarna, para o rei do Egito, aproximadamente no ano 1400 a.C. (a época de Josué). Essas tábuas confirmam as condições e os vários eventos que aconteceram na época de Josué. Sete dessas cartas foram escritas pelos reis de Jerusalém e as outras pelos reis das importantes cidades portuárias de Tiro e Sidom, juntamente com cartas de muitos dos 31 reis conquistados por Josué. Várias mencionam uma invasão feita pelos Habiru (aparentemente, uma palavra derivada de “hebreu”). 

A Queda do Muro de Jericó
Durante as escavações de Jericó entre 1930-1936, Garstang confirmou o fato de Josué 6:20, que diz que o muro caiu rente ao chão, ou seja, o muro não caiu para dentro, em cima das casas das pessoas, mas caiu para fora. O muro realmente tinha sido construído para cair para fora, ao contrário das outras cidades. 

Os Filisteus
A existência dos filisteus também foi colocada em dúvida. A Bíblia registra que os filisteus eram efetivos inimigos de Israel na época dos Juízes. Até agora muitas cidades dos filisteus já foram descobertas na Palestina, juntamente com mais de 28 lugares e 5 centros importantes. Até o incêndio da cidade de Gibeá foi confirmado, como consta em Juízes 20:8-40.

Rei Davi / Acabe / Jeorão / Acazias / Jeú
Para os que afirmam que Davi é um mito, em 1993 foi descoberto o fragmento de um monumento de pedra em Tel Dan, próximo à fronteira entre Israel e Síria. No ano seguinte foram encontrados mais dois fragmentos que completavam o primeiro fragmento. Esse monumento, que se acredita ser um estela de vitória do século IX a.C., menciona a “Casa de Davi”, alguns reis de Israel, junto com palavras que sugerem uma vitória conquistada pelo rei de Damasco, Bem-Hadade que “feriu a Ijom, e a Dã, e a Abel-Bete-Maaca” (I Re 15:20). Estes artefatos encontram-se atualmente aos poderes do Museu de Israel, em Jerusalém.

Instrumentos Musicais
Acreditava-se que Davi não poderia ter sido músico, pois os instrumentos que, segundo a Bíblia ele tocava, só foram desenvolvidos muito depois. No entanto, os arqueólogos descobriram os tipos de instrumentos usados por Davi na cidade de Ur, inclusive liras, flautas, harpas e até um oboé duplo, com data de 2.500 a.C. Foram feitas descobertas posteriores de instrumentos musicais feitos no Egito (com data anterior a 1.900 a.C.) e na Palestina (cerca de 2.000 a.C.) muito tempo antes de Davi, que viveu aproximadamente no ano 1.000 a.C. 

O Templo de Salomão
O muro das lamentações é a prova de que um dia ali esteve o templo construído por Salomão e reconstruído por Herodes. 

Rei Acabe
Graças aos assírios, a arqueologia pode confirmar as datas precisas dos reis de Israel desde a época de Salomão. Escavações descobriram listas de todos os reis da Assíria, desde 893 até 666 a.C. e também as datas em que foram empossados (as listas epônimas). O ano exato de cada um deles pode ser estabelecido usando um eclipse que ocorreu na capital Nínive (maio-junho de 763 a.C. – confirmado pelos astrônomos) como ponto de referência. Os registros arqueológicos do rei Salmaneser III (858-824) descrevem a grande batalha de Qarqar (853) e mencionam o rei Acabe de Israel. Essa batalha aconteceu no último ano do reinado do rei Acabe. Como a Bíblia especifica a sucessão dos reis de Israel, e a duração do seu reinado, fica fácil estabelecer a data de cada um.
Existem também evidências do rei Acabe fora de Israel (na vizinha Moabe) num monólito negro (estela) construído pelo rei Mesa, de Moabe, para registrar sua vitória sobre Acabe, em aproximadamente 860 a.C. 

Rei Jeú
O Obelisco Negro de Salmaneser II, que menciona o rei Jeú, foi descoberto em Ninrode, cidade localizada ao sul de Nínive. 

Rei Ezequias
Em 11 de setembro de 2003, especialistas conseguiram datar com precisão uma estrutura descrita na Bíblia. Segundo cientistas israelenses, o túnel Siloam, que passa sob Jerusalém, foi escavado há 2.700 anos, como asseguram os relatos bíblicos. A passagem de meio quilômetro foi construída por baixo o túnel foi escavado pelo rei Ezequias em 700 a.C. para levar água da fonte de Gihon até a cidade, o que garantiria o abastecimento mesmo em tempo de guerra. Uma equipe de pesquisadores coordenada por Amos Frumpkim, da Universidade Hebraica de Jerusalém, confirmou a data da construção do túnel. O estudo foi publicado na revista “Nature”. O túnel é apontado como uma grande obra de engenharia e, até hoje, abastece a cidade de água. 

A Derrota dos Assírios
Um anjo do Senhor matou 185 mil assírios na noite seguinte à profecia (Is 37:35,36). Escavações feitas em dois cilindros separados (o cilindro Taylor da antiga Nínive e o cilindro do Instituto Oriental) confirmam esse incomum acontecimento, declarando com grande orgulho as derrotas de muitas cidades da Palestina, mas reconhecendo, ao mesmo tempo, o insucesso na conquista de Jerusalém. 

Jeremias
O selo de Jeremias, um sinete empregado para imprimir os selos de betume em jarras de vinho, datado do primeiro ou segundo século, tem o texto de Jeremias 48:11 em relevo e, confirma a exatidão com que se transmitiu o texto com o passar do tempo. 

Rei Jeú e Salmaneser III
Salmaneser III da Assíria registrou suas vitórias militares num grande obelisco de calcário negro próximo de seu palácio em Calah. Este painel do obelisco mostra o rei Jeú de Israel (que usa um chapéu pontudo) inclinando-se diante de Salmaneser. Em cada lado de Salmaneser estão servos com guarda-sol, leque, e cetro. A Bíblia não menciona o tributo de Jeú.

As Três Fases do Cativeiro Babilônico de Judá
Existem evidências arqueológicas substanciais das três fases distintas do exílio de Judá até a Babilônia. A primeira fase (605 a.C.), quando Daniel foi deportado, foi confirmada pela “Crônica da Babilônia” encontrada nos registros da corte da Babilônia. A segunda (597), quando Ezequiel foi capturado, foi confirmada pelas “Crônicas dos Reis Caldeus”. E a terceira e última deportação, em seguida à queda de Jerusalém (596) foi confirmada pelas “Cartas de Laquis”. 

Rei Joaquim
A arqueologia descobriu interessantes evidências sobre Joaquim que foi rei de Judá durante três meses apenas, inclusive um recibo registrado numa tábua de argila relacionando pagamentos feitos por azeite, cevada e outros alimentos para os cativos na Babilônia, também relaciona o rei Joaquim e seus cinco filhos como receptores (II Re 25:27-30). 

Belsazar
Os que querem desmerecer a Palavra de Deus tentavam contradizer a informação bíblica dizendo que embora a Bíblia dissesse que Belsazar era filho de Nabucodonozor, Naborido era filho de Nabucodonosor e este sim é que foi o último rei de Babilônia. Dean Farrar, um dos críticos, disse: “Belsazar, a história nada sabe sobre esse rei!” Sendo assim, os relatos do livro de Daniel com relação a Belsazar não passa de uma mentira. Porém, na cidade de Ur dos Caldeus, na Babilônia, foram descobertos quatro cilindros de arila, sobre o rei Nabonido. Eles se referiam à construção do templo da deusa da Lua, em que havia uma oração dirigida a essa deusa, em favor do filho do rei – Belsazar. Descobriu-se que Belsazar e Nabonido juntos reinavam sobre a Babilônia. Nabonido governava no campo e Belsazar na capital. E mais, um desses cilindros declarava que Gobryas (o general do exército de Ciro) entrou em Babilônia e Belsazar morreu naquele dia. Belsazar é mencionado muitas vezes em relação a contratos de que ele participou, terras que comprou e coisas dessa natureza. 

Profeta Ezequiel
Foram descobertas tábuas de pedra contendo um texto quase completo do livro de Ezequiel. Estudos sobre a forma específica usada pelos hebreus para fazer as inscrições indicam que essas tábuas foram escritas durante a época de Ezequiel – 600 a 500 a.C. Alguns estudiosos sugeriram que elas podem ter sido gravadas pelo próprio profeta Ezequiel (o que o Talmude parece indicar). 

A Libertação de Judá
A arqueologia confirmou que a pessoa responsável pelo retorno dos judeus do primeiro exílio seria um homem chamado Ciro, como profetizado em Is 44:28. O cilindro de Ciro, encontrado na Babilônia, registra essa proclamação, junto com outros fatos históricos da Bíblia, inclusive a conquista da Babilônia pelos persas sem qualquer violência e a devolução dos tesouros do templo (Esdras 1:1-6). 

Os Livros do chamado Novo Testamento
O escritor Josh McDowell, em seu livro Novas Evidências que Exigem um Veredicto, informa que documentou aproximadamente 25.000 manuscritos dos 27 livros do Novo Testamento.

Nações, cidades e ilhas de Lucas e Atos
Sir William Ramsey, um dos maiores geógrafos que já existiu, investigou a topografia dos lugares da Ásia Menor citados por Lucas e comprovou que cada uma das 32 nações, 54 cidades e 9 ilhas no Evangelho e no livro de Ato dos Apóstolos, não há nenhum engano. 

Tanque de Betesda
Restos de sua existência anterior do tanque de Betesda mencionado em João 5:2 foram descobertos durante escavações realizadas perto da Igreja de Santa Ana, em 1888, na área chamada Bezetha, ou 'Novo Campo', no setor nordeste da cidade velha de Jerusalém.

Caifás
Em 1990, foi encontrado em Jerusalém o sepulcro de Caifás, o sumo sacerdote que levou Jesus a Pilatos.

Pilatos
Durante anos, foram encontradas evidências históricas literárias sobre a existência de Pilatos. Por exemplo, Filo registra que Pilatos foi responsável por "incontáveis atrocidades e inúmeras execuções sem um julgamento prévio.
Mas em 1961, dois arqueólogos italianos escavaram a cidade portuária mediterrânea de Cesareia, que serviu como capital romana da Palestina. Eles encontraram uma inscrição em latim, que mede 60 x 90 centímetros e cujos dizeres são: "Pôncio Pilatos, governador da Judeia".

Crucificação
Evidências arqueológicas indicam que a crucificação era conhecida no porto de Atenas já 700 anos antes de Cristo. Quanto à crucificação de judeus, escreve o acadêmico bíblico Raymond Brown, "uma das mais antigas referências à prática é a execução no início do século I a.C., de 800 prisioneiros por Alexandre Janeu. Quando os exércitos romanos começaram a interferir na Judeia, a crucificação dos judeus passou a ser uma questão de procedimento; por exemplo, o governador da Síria crucificou dois mil judeus, em 4 a.C. Há comprovação da prática da crucificação durante a segunda parte da jurisdição romana na Judeia (44 - 66 d.C.).
Cícero chamou a morte por crucificação de "a mais cruel e medonha das torturas". Flávio Josefo, historiador judeu, as chamava de "as mortes mais infelizes". Josefo narra que quando os romanos ameaçaram crucificar um dos prisioneiros judeus, toda a guarnição de Macaero se rendeu para obter uma passagem de segurança.

Icônio, cidade da Frígia
Em 1910, Sir William Ramsey encontrou um monumento que mostrava Icônio como uma cidade da Frigia e descobertas posteriores confirmaram isso, concordando com Atos 14:6 

Lisânias, o Tetrarca
Uma inscrição encontrada perto de Damasco registra um “liberto de Lisânias, o Tetrarca” datada entre os anos 14 e 29, confirmando Lucas 3:1. 

Erasto, o tesoureiro de Corinto
Não se acreditava na existência de Erasto que em Romanos 16:23, Paulo menciona como o tesoureiro da cidade de onde ele estava, ou seja, Corinto. Em 1929, durante as escavações de Corinto, encontrou-se um trecho provavelmente do primeiro século uma calçada com a seguinte inscrição: ERASTVS PRO: AED: S: P: STRAVIT (“Erasto, administrador dos edifícios públicos, construiu essa calçada às suas próprias custas”). 

Sinagoga em Corinto
Também encontrou-se em Corinto um fragmento de inscrição que, acredita-se, continha na íntegra as palavras “Sinagoga dos Hebreus”, que pode ser a inscrição que ficava na porta do local onde Paulo pregou o evangelho ali (Atos 18:4-7). 

Mercado de Carne
Outra inscrição de Corinto menciona “mercado de carne” que pode ser a que Paulo se referiu em I Coríntios 10:25. 

Multidão no Teatro em Éfeso
Em Atos 19:23-41 consta o tumulto em Éfeso e descreve a realização de uma assembléia civil num teatro e realmente isso ocorria ali, pois uma inscrição sobre estátuas de prata de Artemis, isto é, Diana, afirma que estas deviam ser colocadas no “teatro durante a reunião da assembléia”. Escavações comprovam que o teatro tinha espaço para comportar 25.000 pessoas. 

Proibição Severa dos Gentios no Templo
Em Atos 21:28 também relata um tumulto ocorrido em Jerusalém pelo fato de Paulo levar um gentio ao templo. Inscrições em latim e grego foram encontradas dizendo: “Nenhum estrangeiro tem permissão para atravessar o muro que cerca o templo e a área adjacente. Quem quer que for surpreendido nessa falta será pessoalmente responsável pela morte que lhe advirá.” 

Filipos, parte da Macedônia
Em Atos Filipos é citada como meris de Macedônia. Essa palavra grega era entendia como “porção”, o que os estudiosos não aceitavam no texto, mas escavações encontraram essa palavra utilizada no sentido de “parte, ou distrito” em outros lugares.

Praetor de Filipos
Estudiosos achavam que o termo praetores, para se referir aos governantes de Filipos, era impreciso, mas as descobertas mostram que o título de praetor era usado pelos magistrados de uma colônia romana.

Gáio, o Procônsul
A palavra procônsul como título de Gálio está correta em Atos 18:12, como comprova a inscrição de Delfos, que num trecho diz: “Lúcio Júnio Gálio, meu amigo e procônsul da Acaia...”

Data em que Paulo exerceu seu Ministério em Corinto
Além disso, a inscrição de Delfos no ano de 52 fornece um período definido de tempo para determinar a época do ministério de um ano e meio de Paulo em Corinto. Disso sabemos pelo fato revelado por outras fontes, de que Gálio assumiu a função em primeiro de julho e que permaneceu no posto por apenas um ano, e que esse um ano na função de procônsul coincidiu parcialmente com o trabalho de Paulo em Corinto. 

Malta, o Homem Principal da Ilha
Atos 28:7 trata Malta pelo título de “homem principal da ilha” e escavações encontraram o título de “homem principal”. 

Magistrados de Tessalônica
Mais um caso é o uso da palavra grega politarxas em Atos 17:6 para designar as autoridades civis de Tessalônica, que foi comprovado por cerca de dezenove inscrições. Cinco dessas inscrições referem-se exatamente às autoridades de Tessalônica. 

Altar ao Deus Desconhecido
Luciano, no seu Philopatris emprega esta forma de juramento: “Juro pelo Deus Desconhecido de Atenas”. Mas adiante (cap. 29,180), diz: “Achamos o Deus Desconhecido em Atenas e adoramo-lo com as mãos erguidas para o Céu.” Outros autores também o citaram: Philostrato, Pausanias, Petrônio, Diógenes Laércio, e outros. 

Cristãos Expulsos de Roma
Está bem claro que havia cristãos em Roma durante o reinado de Cláudio cerca do ano 52, dentro de 25 anos depois da morte de Jesus, porque Suetônio, escritor pagão de Roma, diz que os judeus fizeram tumultos em Roma, instigados por Cresto (Cristo), cuja morte ele, como pagão, desconhecia, e que, por isso, foram banidos pelo imperador Cláudio. “Judaeos impulsore Chresto assidue tumultuantes, Roma expulit” (Suetônio, Cláudio, cap. 25). Este testemunho pagão concorda exatamente com a declaração de Lucas (Atos 18:1,2), de que o apóstolo Paulo achara em Corinto, na Grécia, “um judeu, por nome Áquila, natural do Ponto, que pouco antes havia chegado da Itália, e Priscila, sua mulher, devido a Cláudio ter mandado sair de Roma a todos os judeus” (Atos 8:2,3,26; Romanos 16:3-5; I Coríntios 16:19).

A Perseguição dos Imperadores
As catacumbas, portanto, eram galerias escavadas, que eram usadas como esconderijos ou sepulturas exclusivamente por cristãos, como se depreende das inscrições e do fato de serem os mortos enterrados ali inteiros, separadamente, em loculi ou sepulturas cavadas, e não reduzidos a cinzas ou amontoados em buracos ou poços, como o eram os pagãos. Withrow diz: “Acharam-se cerca de 70 mil inscrições; porém é uma pequena fração do todo, pois só uma pequena parte desta metrópole foi explorada.” O cálculo mais apurado, feito por Rossi, é cerca de 4 milhões de sepulturas. As catacumbas eram usadas para refúgio nas perseguições que, começando no tempo de Nero, contra os primeiros seguidores de Cristo, continuaram com intervalos, durante os 03 primeiros séculos, até terminarem no ano 311 por um edito de Galério. 

Paulo
Uma catacumba foi encontrada na inscrição PASTOR PAULO, APÓSTOLO observamos a simplicidade da Igreja primitiva. Nenhum prefixo de Santo havia sido então dado exclusivamente a qualquer dos servos de Cristo. O termo era aplicado a todos salvos. Também não encontramos “auréola”, “nimbo” ou “glória” cingindo a cabeça dos apóstolos, nem tampouco as cabeças de quaisquer outros cristãos representadas nas catacumbas. Esta prática, pagã em sua origem, teve início entre os cristãos do século V. Os títulos simples e bíblicos de pastor e apóstolo com uma cruz indicando união com Cristo, eram considerados distinção suficiente para o grande apóstolo das gentes, numa cidade em que alguns dos chamados seus sucessores apostólicos têm permitido tributar-se títulos e prerrogativas que só pertencem a Deus. 

Festa do Amor
Há também nas catacumbas ilustrações do Ágape ou Festa do Amor. II Pedro 2:13; Judas 12, sem ostentações, mas sim, comemorações nas casas dos próprios cristãos. 

Os Ofícios de Presbítero e Bispo
A palavra para sacerdote ou papa (pai) em nenhum lugar foram encontradas nas catacumbas escritas primitivamente como líderes eclesiásticos a não ser as funções encontradas nas Escrituras: bispos, presbíteros, pastores, diáconos etc. ou lectors (leitores das Escrituras) e fossors (serventes). Outro detalhe: Encontramos os mesmos muitas vezes casados e com filhos:
* MINHA ESPOSA LAURÊNCIA FEZ-ME ESTE TÚMULO; ESTAVA SEMPRE DE ACORDO COM A MINHA DISPOSIÇÃO.
ERA VENERÁVEL E FIEL. FINALMENTE A INVEJA JAZ ESMAGADA. O BISPO LEÃO ULTRAPASSOU O SEU 80º ANO.
* VICTOR, EM PAZ, FILHO DO BISPO VICTOR, DA CIDADE DE UCRÊNIO
* LUGAR DE BASÍLIO, O PRESBÍTERO E SUA ESPOSA FELICITAS. FIZERAM-NO PARA SI MESMOS.
* GAUDÊNCIO, O PRESBÍTERO; PARA SI E PARA SUA ESPOSA SEVERA, MULHER PURA E SANTÍSSIMA.
* OUTRORA A FILHA FELIZ SO PRESBÍTERO GABINO.
AQUI JAZ SUZANA, JUNTAMENTE COM SEU PAI, EM PAZ. 

A Meditação nas Escrituras
Tertuliano, que viveu no segundo século, informa que nas festas de caridade as Escrituras eram lidas e explicadas. Também Justino Mártir diz que “no chamado Dia do Sol todos os que moram na cidade ou no campo reúnem-se em um mesmo lugar, onde lêem os escritos dos apóstolos e dos profetas, durante o tempo de que podem dispor.” Mas o que dizem as catacumbas sobre o fato dos primeiros cristãos meditarem nas Escrituras? Os artistas cristãos das catacumbas inspiravam os seus desenhos na história sagrada; era a única história que conheciam ou que queriam conhecer: Noé, que representa aqueles que procuraram refúgio na Igreja Cristã, é o mais representado.
Em seguida, Jonas, que representa morte e ressurreição. Temos, portanto, os seguintes relatos bíblicos nos desenhos das catacumbas: A tentação e queda do homem; A sentença sobre Adão e Eva; Noé na arca; O sacrifício de Isaque; Moisés no monte; Moisés recebendo a lei; O maná no deserto; Moisés tocando na rocha; Os sofrimentos de Jó; Elias sendo levado pela carruagem de fogo aos céus; Daniel, liberto na cova dos leões; Os três amigos de Daniel na fornalha de fogo; A história de Jonas; A adoração dos magos; Cristo e os doutores; A mulher samaritana; Cristo curando o paralítico; A mulher com fluxo de sangue; Cristo abrindo os olhos dos cegos; Cristo e as crianças; O milagre dos pães e dos peixes; A transformação da água em vinho; A ressurreição de Lázaro; Jesus como o bom pastor de ovelhas; Os últimos fatos de Jesus antes da morte (a entrada triunfal em Jerusalém, a negação de Pedro, Pilatos lavando as mãos, o Cirineu levando a cruz, Cristo coroado com plantas), mas em nenhuma parte Jesus crucificado, a não ser apenas pelo símbolo do monograma inclinado.

Muitas coisas que são discutidas na Bíblia podem ser verificadas por meio da arqueologia. Ela prova a existência de certas coisas como cidades, culturas etc. Eventos, antes classificados como simples “lendas”, foram confirmados. Entretanto, devemos ter em mente que a maioria dessas evidências arqueológicas surgiu apenas nos últimos 50 anos.

Há muito mais sobre o que falar, seja sobre as evidências da vida de Jesus, sobre os manuscritos originais etc., mas sobre esses dois pontos falarei em outra postagem. Além disso, futuramente acrescentarei aqui o que for possível para que cada tópico fique mais claro e outras provas arqueológicas que evidencias as histórias abordadas nas Escrituras.

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